Brasil, mais uma vez

senacQue semana! Depois do lançamento do novo número da revista AtoZ – Novas Práticas em Informação e Conhecimento da Universidade do Panamá onde saiu um artigo da minha autoria, acabo agora mesmo de receber por correio o meu exemplar da obra e-Infocomunicação: estratégias e aplicações, uma edição conjunta do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC) e da Escola do Futuro da Universidade de São Paulo, que inclui outro artigo que escrevi com o Rui Raposo e sobre o qual já tinha falado anteriormente aqui. A obra conta com a colaboração de dezenas de investigadores de Portugal (Universidade do Porto e Universidade de Aveiro) e do Brasil (Universidade de São Paulo) e mais de uma dezena de artigos que abordam diferentes temáticas (entre elas, como é óbvio, a videomusicalidade) da área da ciência da informação e comunicação.

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Novo artigo (desta vez no Brasil)

atozGrande alegria a minha por finalmente ter sido editado o meu primeiro artigo numa publicação académica no Brasil. Tudo começou com a comunicação que apresentei o ano passado no VI Encontro Ibérico do EDICIC subordinado ao título Globalização, Ciência, Informação, acabando o artigo intitulado A difusão vertical na Web Social: o caso do vídeo musical Heaven Can Wait no Antville por ser incluído nas referidas actas. Ora foi exactamente a partir dessas actas que os editores da AtoZ – Novas Práticas em Informação e Conhecimento da Universidade do Panamá chegaram ao texto e me convidaram a submetê-lo para a revista. Devo dizer que o processo de revisão por pares foi simultaneamente exigente e profundamente enriquecedor para mim e o resultado está na nova versão melhorada do artigo que poderão descarregar aqui.

Caseiro e de trazer por casa

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Como já tive a oportunidade de referir anteriormente, o primeiro número da ESC:ALA inclui um artigo meu sobre um caso de estudo que é simultaneamente único e exemplar na forma como ilustra as vicissitudes da convergência do formato videomusical para as plataformas digitais.

O referido artigo consiste numa adaptação do primeiro caso de estudo da tese que irei defender, se tudo correr bem, no início do segundo semestre deste ano. O artigo, por sua vez, teve a sua génese neste blogue através de um dos primeiros posts que aqui escrevi no distante dia 24 de Janeiro de 2011 e isso numa altura em que ainda estava longe de ter uma ideia definida dos casos de estudo que iria incluir na minha dissertação.

É de facto impossível sobrevalorizar a importância que este blogue teve ao longo dos últimos três anos da minha investigação. Caso haja por aí algum leitor em vias de se meter na aventura de escrever uma tese, já sabem: vale mesmo a pena criar um blogue e utilizar os posts para escrever memorandos ou meras notas de investigação. Quando derem por ela e se sentarem para escrever a tese, já terão metade do trabalho feito no HTML.

    TÍTULO
    Caseiro e de trazer por casa: a odisseia videomusical de Average Homeboy

    AUTOR
    João Pedro da Costa

    RESUMO
    Após ter sido recusado para ser teledifundido pela MTV em 1989, o vídeo musical caseiro Average Homeboy de David Hazen tem vindo a transformar-se, desde 2006, num dos maiores fenómenos de popularidade do YouTube. O presente artigo pretende, a partir de um exercício transdisciplinar com os Estudos Literários, articular uma análise comparativa entre as relevantes diferenças contextuais das referidas tentativas de difusão com uma análise textual e transtextual do vídeo musical. O objectivo final deste exercício é fornecer algumas pistas relevantes para explicar, por um lado, a recusa inicial da televisão musical em teledifundir Average Homeboy e, por outro, o sucesso da sua posterior difusão na Web e nas redes sociais.

    PALAVRAS-CHAVE
    vídeo musical, televisão musical, Web, YouTube, redes sociais, kitsch, camp, cool.

    REFERÊNCIA
    COSTA, João Pedro da; (2014), Caseiro e de trazer por casa: a odisseia videomusical de Average Homeboy, ESC:ALA – Revista electrónica de estudos e práticas interartes, Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa, n.º 1.

Actas do VI Encontro Ibérico do EDICIC 2013

6edicicJá estão disponíveis em formato digital as actas do VI Encontro Ibérico do EDICIC 2013 subordinado ao título Globalização, Ciência, Informação e que teve lugar nos passados dias 4 a 6 de Novembro na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. São perto de 1800 páginas que demonstram bem a amplitude e a qualidade do evento.

O meu artigo intitulado A difusão vertical na Web Social: o caso do vídeo musical Heaven Can Wait no Antville está incluído nas referidas actas e, como sou um gajo porreiro, pode ser directamente acedido na íntegra aqui (PDF).

Proposta de artigo para a revista Comunicação e Sociedade #23

logo_interior_PTAcabo de submeter um artigo para o n.º 23 da revista Comunicação e Sociedade do Centro de Estudos homónimo da Universidade do Minho. O artigo foca-se na genuína aventura difusora do vídeo musical Average Homeboy (Hazen 1989) na Web Social. É este, de resto, o primeiro caso de estudo abordado na minha tese de doutoramento e ambos os textos desenvolvem as pistas identificadas num dos primeiros memorandos que publiquei no blogue.

Título
A difusão videomusical na Web Social: o caso de Average Homeboy de Denny Blaze

Autor
João Pedro da Costa

Resumo
Após ter sido recusado para ser teledifundido pela MTV em 1989, o vídeo musical caseiro Average Homeboy de David Hazen tem vindo a transformar-se, desde 2006, num dos maiores fenómenos de popularidade do YouTube. O presente artigo pretende, a partir de um exercício transdisciplinar com os Estudos Literários, articular uma análise comparativa entre as relevantes diferenças contextuais das referidas tentativas de difusão com uma análise textual e transtextual do vídeo musical. O objectivo final deste exercício é fornecer algumas pistas relevantes para explicar, por um lado, a recusa inicial da televisão musical em teledifundir Average Homeboy e, por outro, o sucesso da sua posterior difusão na Web Social.

Palavras-chave
Vídeo musical; difusão; televisão musical; Web Social, kitsch, camp, cool.