dados quantitativos

Nesta página, poderão encontrar, por ordem cronológica invertida (da mais recente à mais antiga), hiperligações para estudos de webometria que contêm dados quantitativos relevantes para o projecto de investigação.

Sintam-se à vontade para sugerir outros estudos quantitativos que vos pareçam relevantes na caixa de comentários: sempre que o fizerem, prometo contar até 100 em vossa honra.

 

Março 2014 – Wired US
Musical Numbers
O número de Março da edição norte-americana da revista Wired inclui, nas páginas 86 e 87, uma infografia (indisponível na edição online da rubrica How To Find Music) em que se refere que em 2013 foram visualizados mais de 400 mil milhões de vídeos musicais no YouTube, entre os quais 57,1 mil milhões no Vevo. Estamos como é óbvio a falar de vídeos musicais oficialmente reconhecidos pelas bandas e/ou editoras.

Fevereiro 2014 – Bloomberg
Vevo Streamed 33% More Music Videos in 2013 Led by Pink
Notícia do portal da Bloomberg que refere que cerca de 55 mil milhões de vídeos musicais foram visualizados em 2013 no canal Vevo do YouTube, o que corresponde a um aumento de 33% em relação ao ano passado.

Fevereiro 2014 – Nielsen
The Digital Consumer
Relatório sazonal da Nielsen sobre o perfil (norte-americano) do consumidor digital. Destaque para:
– Os utilizadores de smartphones dos EUA gastam 86% do seu tempo em apps e apenas 14% num browser de acesso à Web (pena não haver dados sobre a quota específica da app do YouTube);
– O utilizadores dos EUA gastam, em média, 6 horas e 41 minutos por mês a ver vídeo por mês (cerca de 14 minutos por dia);
– A música foi o terceiro tópico mais tweetado na Web em 2013 pelos utilizadores dos EUA (a seguir aos reality shows e às séries de TV);
– Os MTV Video Music Awards foram o segundo evento mais tweetado de 2013 pelos utilizadores dos EUA.

Julho 2013 – Sol Republic (citada pelo Mashable)
How We Discover New Music Today
Infográfico da autoria da Sol Republic (fabricante de auscultadores) que congrega dados quantitativos oriundos de diversas fontes.
Destaque para o facto do YouTube (65%) ser a plataforma que lidera os hábitos de fruição musical dos nativos digitais, à frente da rádio (56%), iTunes (53%) e CD (50%) e a motivação da aquisição de música ser liderada pela recomendação inter-pares (54%), seguida pela feita por blogues musicais (25%) e por marcas (12%).

Abril 2013 – Nielsen (citada pela Business Insider)
Music Video Spins on US basic cable (1999-2012)
Gráfico comparativo do número de vídeos musicais transmitidos pela televisão musical norte-americana (MTV, Black Entertainment Television, Country Music Television e VH1) reproduzido pela Business Insider a partir de dados da Nielsen. No espaço de 13 anos, a quota do formato videomusical desceu mais de 62%, o que comprova que a convergência para as plataformas digitais se assemelha (e muito) a um movimento migratório da TV para a Web. Post.

Março 2013 – Nielsen
The Buyer And The Beats: The Music Fans And How To Reach Them
Apresentação da Nielsen no SXSW 2013. Destaque para:
– Os nativos digitais ouvem mais música via YouTube do que Rádio (off and online);
– 75% do consumo pago musical é feito por fãs;
– Proposta de uma divisão tipológica dos fãs musicais em i) aficionados, ii) fãs digitais; e iii) fãs transmediáticos (big box);
– Os fãs utilizam a Web Social para obterem uma relação mais pessoal com os artistas.

Dezembro 2012 – YouTube
Estatísticas do YouTube
Actualização de Março da página de estatísticas do YouTube. Destaque para:
– 72 horas de vídeo carregadas por minuto (a média em Dezembro de 2011 foi de 48h/m; isto é um aumento de 25% em apenas 3 meses);
– 4 mil milhões de horas de vídeo visualizadas por mês;
– 500 anos de vídeo do YouTube são visualizados diariamente no facebook;
– Mais de 700 vídeos do YouTube são partilhados no Twitter por minuto.

Dezembro 2012 – Visible Measures
The Most Viral Music Videos Of All Time
Top 10 dos vídeos musicais mais difundidos na Web. Os dados, compilados pelo True Reach, um algoritmo da Visible Measures, engloba não apenas a disseminação (difusão com ou sem recontextualização) como a propagação (difusão com transformação). Sobre a utilização do termo “viral”, e para não mais bater no ceguinho, remeto para aqui.

Novembro 2012 – comScore
Three Things to Take Away From Noah
Apresentação de Mike Pilcher da comScore que apresenta dados para sustentar o argumento de que a Web se tornou social, visual e personalizada. Destaque para o facto o gigantesco crescimento verificado no número de utilizadores de plataformas visuais como o Pinterest (18x), o weheartit e (9x) o Instagram (39x).

Outubro de 2012 – Jorge Vieira & Miguel Caetano (CIES-IUL)
Hábitos de Consumo Online dos Portugueses: Resultados Preliminares
Estudo realizado por dois investigadores do CIES-IUL e apresentado na 2.ª Conferência Internacional sobre Cultura Pirata na Sociedade da Informação a partir a partir de um inquérito dirigido a uma amostra auto-seleccionada via redes sociais (facebook, Twitter, Google Plus e FriendFeed) sobre os hábitos de consumo online nacionais. Apesar de a amostra não ser, como é óbvio, representativa da população portuguesa, o estudo apresenta resultados muito interessantes. Destaque para o facto da visualização de vídeos online (48,8%) e a audição de música (38,8%) serem a 2.ª e 3.ª prática mais referida (logo a seguir à consulta de portais noticiosos) e de as mesmas categorias (música e vídeos) ocuparem o topo dos formatos mediáticos mais descarregados e fruídos em linha.

Agosto 2012 – Nielsen
Music 360 Report
Relatório da Nielsen sobre os hábitos de fruição musical on-line a partir de inquéritos a uma amostra de 3000 utilizadores adolescentes do mercado norte-americano. Destaque absoluto para o facto de o YouTube ser a plataforma mais usada para ouvir música on-line (64%), à frente da rádio (56%), iTunes (5%) e CDs (50%). Menção ainda para o facto de o factor mais decisivo para um utilizador comprar música ser a recomendação de um amigo (54%), seguido dos blogues ou fóruns musicais (25%). A Web social em todo o seu esplendor.

Dezembro 2011 – Nielsen
Nielsen’s Tops of 2011: Digital
Relatório anual sobre as preferências dos utilizadores das plataformas digitais dos Estados Unidos em 2011. Destaque para o facto de o YouTube continuar a ser o portal de partilha de vídeos mais procurado com uma média superior a 111 milhões de visitantes por mês (o triplo do Vevo, em segundo lugar, e quase o quádruplo do facebook, em terceiro). Se inserirmos as visualizações do YouTube no quadro das redes sociais (continuo a não perceber por que raio a Nielsen não considera o YouTube uma rede social), o portal passa a ser a segunda maior dos Estados Unidos, apenas superada pelo facebook.

Setembro 2011 – ComScore
Friends, Following and Feedback: How We’re Using Social Media
Relatório sobre as razões pelas quais os utilizadores norte-americanos utilizam a Web Social: a categoria Entretenimento (na qual se incluem os vídeos musicais) surge em 5.º lugar (67%), a seguir às relações pessoais com amigos (89%), familiares (88%), novas amizades (70%) e a obtenção de informação por parte de consumidores sobre produtos (68%).

Setembro 2011 – Bit.ly Blog
You just shared a link. How long will people pay attention?
Estudo do conhecido serviço online (Bit.ly) que encurta endereços da Web que demonstra que a “meia-vida” (o tempo que um hiperligação demora, após o pico de popularidade, a obter metade de todos os cliques que conseguirá ter depois daquele pico) de uma hiperligação no YouTube é de 7,4 horas, isto é, mais do dobro da média (3 horas).

Agosto 2011 – ComScore
July US Online Video Rankings
Relatório sazonal sobre a quota de audiência dos portais de vídeo online no mercado norte-americano e que, pela primeira vez, oferece dados internos de webometria do YouTube. Dados mais relevantes:
– 40% dos utilizadores norte-americanos fruíram vídeos musicais Julho;
– Os dois canais mais vistos do YouTube são o Vevo e o Warner Music, dois canais dedicados aos vídeos musicais, acumulando quase mil milhões de visualizações no mês de Julho.

Agosto 2011 – Search Engine Journal
The Growth of Social Media: An Infographic
Conjunto de infográficos que, a partir de diversas fontes, traça um elucidativo panorama da evolução dos media sociais nos últimos 7 anos. Particularmente incompreensível é a pouca importância dada ao YouTube. Destaque, ainda assim, para o facto de uma em cada 3 empresas norte-americanas utilizarem o YouTube (contra 7 em cada 10 no caso do facebook) e de 1 em cada 4 norte-americanos ver pelo menos 1 vídeo por dia no YouTube. Ficheiro PDF disponível aqui.

Junho 2011 – Nielsen
State of the Media: Cross-Platform Report Q1 2011
Relatório trimestral da Nielsen que teve como base 2600 entrevistas a utilizadores norte-americanos que consumiram vídeo online nos primeiros três meses deste ano. Principais conclusões do estudo:
– aqueles que mais vídeos assistiam (19m/dia) foram também os que menos televisão viram (4h32m/dia). Quem viu menos vídeos na Net (menos de 0m06s/dia) passou mais tempo em frente à TV (4h50m/dia); isto é: existe uma manifesta suplementaridade entre a fruição de vídeos online e a fruição televisiva;
– a fruição de vídeos online aumentou 35% face ao ano anterior para uma média de 4h33m/mês e o acesso a estes conteúdos através de plataformas móveis (como os smartphones) cresceu 20% para 4h20m/mês, enquanto que a fruição televisiva aumentou apenas 0,2% (158h47m/mês).

Maio 2011 – YouTube Blog
Thanks, YouTube community, for two BIG gifts on our sixth birthday!
Post com alguns dados oficiais de acesso ao YouTube, com destaque para o facto de mais de 48 horas de conteúdos audiovisuais serem carregados por minuto para o portal e de, pela primeira vez, o mesmo ter contabilizado mais de 3 mil milhões de visitas num dia.

Abril 2011 – Nielsen
The Hyper-Fragmented World of Music
Importantíssimo estudo da Nielsen feito a partir de uma amostra de 26.664 utilizadores em 53 mercados globais em Setembro de 2010. O mesmo demonstra que o número de utilizadores que fruem gratuitamente vídeos musicais através do YouTube é 3 vezes superior aos que descarregam legalmente música nas plataformas digitais e superior aos que descarregaram um tema musical da Web sem pagar pelo mesmo. Uma análise mais detalhada ao estudo pode ser lida aqui.

Abril 2011 – ComScore
US Online Video Rankings
Relatório sazonal sobre a quota de audiência dos portais de vídeo online no mercado norte-americano. A Google (que incorpora o YouTube) continua a dominar com uma quota de 82%, sendo ainda de notar a ascensão do facebook para o 6.º lugar. A média de visualização de vídeos online por utilizador foi de 14,8 horas por mês, ou seja, 30 minutos por dia.

Março 2011 – MeFeedia
HTML5 Video Available on the Web
Estudo que demonstra o facto de, em apenas 1 ano, a percentagem de vídeos disponíveis na Web compatíveis com o HTML5 ter subido de 10 para 63%. Pelos vistos, o Steve Jobs tinha mais uma vez razão. Podem dizer adeus ao Flash.

Fevereiro 2011 – Brightcove & TubeMogul Industry Analysis
Online Video & the Media Industry: Quaterly Research Report, Q4
Relatório trimestral sobre o streaming de vídeos online. Conclusões mais relevantes do estudo:
– mantém-se a tendência de crescimento sustentado do empenhamento dos utilizadores na fruição de vídeos online (média de visualização de 3m53 para os Estados Unidos e 3m34 para a Europa);
– o facebook já é responsável pela fruição de 1 em cada 10 vídeos referenciados na rede.

Fevereiro 2011 – Royal Pingdom
Facebook, YouTube, our collective time sinks (stats)
Dados muitos concisos sobre as duas maiores redes sociais da Web.
– Facebook: 600 milhões de utilizadores; 770 mil milhões de páginas acedidas por mês; duração média de cada acesso: 23 minutos; média de 40 acessos por mês
– YouTube: 490 milhões de utilizadores; 92 mil milhões de páginas acedidas por mês; duração média de cada acesso: 25 minutos; média de 14 acessos por mês.

Janeiro 2011 – YouTube Blog
Share and share alike: we’ve acquired Fflick
Post que indica, como quem não quer a coisa, dois dados estatísticos muito importantes na relação do YouTube com duas outras importantes redes sociais:
– conteúdos do portal equivalentes a 150 anos de material audiovisual são fruídos por dia no facebook;
– 400 tweets são publicados por minuto contendo links para conteúdos do portal.

Janeiro 2011 – YouTube Blog
Music Video on YouTube app for Android
Post que inclui um dado quantitativo muito significativo: pela primeira vez, o YouTube ultrapassou a barreira das 200 milhões de visualizações móveis num único dia, corolário de um crescimento de 300% face a 2010.

Janeiro 2011 – Read Write Web
Top 10 YouTube Videos of All Time
Post que indica, a partir dos dados fornecidos pelo YouTube, os dez vídeos mais vistos de sempre do portal de partilha de vídeos. Da lista, 7 são vídeos musicais tradicionais (#1, #2, #4, #5, #6, #7 e #9) e 3 são User-Generated Contents, sendo que um deles pode igualmente ser considerado um vídeo musical (#8).

Dezembro 2010 – Nordicom
A Sampler of International Media and Communication Statistics 2010
Colossal trabalho de recolha, compilação e síntese de dados quantitativos, oriundos de diversos organismos e entidades, que fornece uma visão estatística global dos media, com ênfase na Internet e na televisão e com referências à rádio e à imprensa. Destaques: crescimento das plataformas digitais no mercado global publicitário (3% em 2003 para 10% em 2008);
o facebook (#2) já terá ultrapassado o YouTube (#3) na lista dos portais mais visitados da Web; o Português é a sexta língua mais falada nas plataformas digitais com 73 milhões de utilizadores lusófonos.

Dezembro 2010 – YouTube Trends
YouTube Rewind 2010
Balanço de 2010 do maior portal de partilha de vídeos da net. Dados que destaco: a escolha editorial de incluir um separador para os Vídeos Musicais Mais Vistos; a presença de 4 vídeos musicais no Top 10 dos mais vistos do ano; 4 das referências do Top 10 dos termos de pesquisa remetem directamente para vídeos musicais; e, finalmente, 2010 foi o ano que viu surgir aquele que já é o vídeo mais visto de sempre do portal e que é, como não podia deixar de ser, um vídeo musical.

Dezembro 2010 – Brightcove & TubeMogul Industry Analysis
Online Video & the Media Industry: Quaterly Research Report, Q3
Relatório trimestral sobre o streaming de vídeos online. Conclusões mais relevantes do estudo:
– pela primeira vez, o Facebook ultrapassa o Yahoo! no número de vídeos visualizados, ocupando o segundo lugar (bem) atrás do Google, que viu a sua quota de mercado sofrer uma ligeira quebra na ordem dos 5%;
– crescimento significativo nas visualizações (+127%) e carregamento (+23%) de vídeos na categoria que inclui os blogues (Online media properties);
– o número de visualizações de vídeos online é maior nos dias da semana (destaque para a 4.ª-feira), mas o empenhamento (duração de visualização) é superior no fim-de-semana (6.ª-feira, Sábado e Domingo).

Novembro 2010 – AFP
35 hours of video a minute uploaded to YouTube
O título desta notícia, cuja fonte é Hunter Walk (director da gestão de produto do YouTube), diz tudo: 35 horas de conteúdos audiovisuais são carregados por minuto pelos utilizadores para o portal, representando nos dois últimos anos um crescimento na ordem dos 100%. Fazendo as contas, são 50.400 horas por dia ou, se preferirem, 5 anos e 9 meses de conteúdo audiovisual carregado diariamente para o portal. Para além do crescimento do número de utilizadores e da intensidade da sua participação no portal, há ainda dois factos a ter em conta para este acréscimo: o aumento do limite do tamanho dos conteúdos carregados em 15 minutos e a definição de um novo limite para o tamanho dos respectivos ficheiros (2 Gb).

Agosto 2010 – Nielsen
How People Watch – A Global Nielsen Consumer Report
Relatório sobre os hábitos globais de consumo audiovisuais. Entre as principais conclusões do estudo, destaque para:
– 70% dos utilizadores digitais consomem vídeos online;
– 57% dos utilizadores digitais consomem vídeos online no seu local de trabalho;
– 11% dos utilizadores digitais consomem vídeos online a partir de dispositivos móveis (smartphones, tablets, etc);
– 22% dos utilizadores digitais manifestam interesse em adquirir produtos que permitam ligar o seu televisor à Internet.

Julho 2010 – Clicker
How Much Network Programming Was Actually On Online This Season?
Relatório sobre a convergência da programação televisiva norte-americana no biénio 2009-2010. Entre as principais conclusões, destaque para o facto de 90% dos conteúdos terem sido disponibilizados gratuitamente na Internet e de 90% desses mesmos conteúdos terem sido posteriormente removidos por alegações de violação de direitos de propriedade.

Julho 2010 – ComScore
U.S. Search Engine Rankings
Ranking com os motores de pesquisa mais utilizados no mercado norte-americano em Junho de 2010. O dado mais curioso refere-se ao facto de o YouTube surgir em 2.º lugar logo a seguir ao Google e à frente do Yahoo e do Bing, o que prova a apetência cada vez mais premente pela pesquisa de conteúdos audiovisuais.

Junho 2010 – Frank N. Magid Associates, Inc
Magid Media Futures 2010: Online Video
Inquérito online sobre os hábitos de uma amostra representativa dos utilizadores norte-americanos. Entre os resultados do estudo, destaque para:
– os vídeos musicais ocupam o segundo lugar (34%) na classificação de formatos mais visualizados pelos utilizadores, sendo apenas superado pelos User-Generated Contents (41%) – como é óbvio, uma percentagem significativa (não especificada no estudo) desses UGCs corresponderá também a vídeos musicais;
– 31% dos inquiridos consideram a visualização de pequenos vídeos online mais satisfatória que a programação televisiva e 54% consideram as duas experiências similares ao nível da satisfação;
– 75% dos consumidores de vídeo online fazem-no de forma regular.

Junho 2010 – Experian Simmons
2010 Social Networking Report
Relatório sobre o hábito dos utilizadores norte-americanos nas redes sociais. Entre as conclusões do relatório, destaque para o facto de 66% dos utilizadores utilizarem as redes sociais; de 43% desses utilizadores as utilizarem múltiplas vezes por dia; e de mais de dois terços (68%) dos utilizadores terem manifestado digitalmente o seu apoio ou agrado a (e a definição de categorias é particularmente significativa) um produto, serviço, empresa ou grupo musical.

Junho 2010 – Silicon Alley Insider
Facebook Video Views Are Soaring
Dados fornecidos pela comScore ao SAI indicam que, no último ano, a visualização de vídeos cresceu 239% no Facebook e 123% no YouTube. No entanto, a massa crítica do YouTube continua a ser consideravelmente superior à do Facebook: em Maio de 2010, 14 630 milhões de vídeos foram visualizados no YouTube contra 245 milhões no Facebook. Ou seja: a quota do Facebook equivale a 1,7% da do YouTube.

Junho 2010 – Nielsen Wire
What Consumers Watch: Nielsen’s Q1 2010 Three Screen Report
Relatório trimestral sobre os hábitos de consumo audiovisuais no mercado norte-americano indica que, entre o 1.º trimestre de 2009 e o 1.º trimestre de 2010, a visualização de conteúdos televisivos cresceu 0,6% enquanto que a de conteúdos audiovisuais digitais cresceu 2,6% (cerca de 400% mais rápido). Mais um sinal inequívoco de convergência para convencer os mais cépticos.

Maio 2010 – Website Monotoring Blog
YouTube Facts & Figures (history & statistics)
Relatório que compila dados estatísticos (caucionados pela própria Google Inc.) relativos aos 5 primeiros anos do YouTube. Relativamente a 2010, destaque para o facto de 24h de conteúdos audiovisuais serem carregados por minuto para o portal, de 2 mil milhões de vídeos serem visualizados por dia e de 70% do seu tráfego ser oriundo de outros mercados que não o norte-americano.

Março 2010 – Visible Measures & True Reach
Hundred Million Views Report
Relatório que dá conta dos 65 conteúdos audiovisuais que, até Fevereiro de 2010, tinham ultrapassado a fasquia das 100 milhões de visualizações. Os resultados desta monitorização viriam a merecer um assinalável destaque na imprensa mundial devido à efeméride de os vídeos musicais de Lady Gaga terem ultrapassado a barreira dos mil milhões de visualizações. No entanto, bem mais significativo é o facto de os vídeos musicais serem o formato mais representativo da amostra, totalizando 61% das visualizações. Poderão encontrar um breve tratamento estatístico que fiz dos dados aqui (pdf).

Fevereiro 2010 – comScore
2009 Digital Year In Review
Importante relatório anual do mercado digital norte-americano. Principais conclusões:
– a cota de mercado dos portais da Google é superior a 60%;
– duplicação da cota de mercado do líder Facebook no universo das redes sociais com o MySpace a manter-se estável na segunda posição;
– crescimento de 19% (de 150 para 178 milhões) do número de utilizadores que consomem vídeos online, o que representa 86% o universo de utilizadores;
– cada utilizador consome uma média de 6 vídeos online por dia;
– a duração média de visualização (empenhamento do utilizador) é de 3,7 minutos. Ou seja: o vídeo musical possui, ao nível de duração média, o formato ideal para ser fruído digitalmente;
– consolidação de duas tendências (aparentemente) antagónicas: reforço do YouTube como líder (26%) e crescimento da quota (52%) de portais que não pertencem ao Top 25, isto é, emergência de novos portais na long tail (2.1, ANDERSON, 2009).

Janeiro 2010 – MeFeedia
State of the Vlogosphere 2010
Estudo sobre a quota de mercado dos principais portais de partilha de vídeos na vlogosfera: YouTube (36%); Blip (14%); Vimeo (9%); MySpace (7%) e DailyMotion (3%).

Outubro 2009 – Sysomos
A Look Inside Online Video Engagement
Estudo sobre os hábitos de consumo de vídeos dos bloggers. Há resultados particularmente interessantes, entre os quais destaco:
– domínio avassalador do YouTube com uma quota de 81,9%, seguido pelo Vimeo com 8,8%, o que comprova que este portal, sistematicamente ausente no Top 10 dos portais de partilha de vídeos mais populares, possui uma utilização significativa neste nicho de utilizadores;
– entre os 5 vídeos mais visualizados, 4 são vídeos musicais, sendo três deles User-Generated Contents e um deles um vídeo musical cujo objecto primordial de promoção é um produto não musical.

Julho 2009 – Pew Internet
The Audience for Online Video
Estudo que indica uma duplicação de utilizadores adultos norte-americanos que consomem vídeos online no triénio 2006-2009, representando 1/3 desse universo etário. Nota ainda para o facto de a visualização de vídeos online (62%) ultrapassar as restantes actividades tipificadas no estudo (utilização das redes sociais, podcasts, microblogging).

Maio 2009 – Forrester Research
As Seen In The Inbox
Estudo que indica que a inclusão de vídeos nos emails triplica a incidência de cliques por parte dos utilizadores.

Dezembro 2008 – TubeMogul Industry Analysis
How Much of a Typical Video Online Is Actually Watched?
Estudo sobre a quota de mercado de visualização de vídeos online que demonstra que apenas 16% dos utilizadores vêem conteúdos audiovisuais na Internet com mais de 3 minutos e somente 9% dobram o cabo dos 5 minutos de duração.

Julho 2008 – TubeMogul Industry Analysis
Which Video Site Delivers The Most Views?
Estudo sobre o empenhamento por parte dos utilizadores na visualização de vídeos online. Destaque para o primeiro lugar (destacado) do YouTube com uma quota de 52%; o 6.º lugar ocupado pelos vídeos musicais na classificação por categoria e a ausência do Vimeo na lista dos 8 portais de partilha de vídeos com mais visualizações.

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